-
Campeões olímpicos Magic Paula, Lars Grael e André Heller integram fórum de formação esportiva em Teresina nesta quarta (18)
-
Final do Campeonato Piauiense 2026 deve ter VAR novamente nas decisões
-
Governo do Estado inaugura campo society em Cajueiro da Praia
-
Seleção do Bolsa Atleta Piauí 2026 tem resultado parcial divulgado com 100 bolsas para atletas e técnicos; confira
-
Seleção do Bolsa Atleta Piauí 2026 tem resultado parcial divulgado com 100 bolsas para atletas e técnicos; confira
Divulgação
Uma tragédia inesperada abalou o esporte amador da região na madrugada desta segunda-feira (17). A jogadora de futebol Emília da Cruz, de 27 anos, morreu na cidade de Palmeirais após uma suposta intoxicação por veneno dentro da própria residência.
O caso está sendo investigado pela Polícia Civil do Piauí, que trabalha com a hipótese de intoxicação acidental. De acordo com a delegada Carolina Diógenes, a atleta teria manuseado “chumbinho” — substância comumente usada como veneno — e acabou sendo contaminada por resíduos nas mãos.
“Ela foi aplicar esse veneno na residência dela, mas acabou que ficaram resíduos na sua mão e, diante disso, acabou intoxicada. Ela passou pelo hospital, realizou todos os procedimentos, e até o momento tudo leva a crer que foi uma intoxicação mesmo”, explicou a delegada.
Um laudo médico preliminar já aponta intoxicação por chumbinho como causa da morte. Ainda assim, foi solicitado ao Instituto Médico Legal um exame necroscópico para confirmar oficialmente as circunstâncias do óbito.
Apesar da comoção gerada pelo caso, a investigação descarta, até o momento, qualquer indício de crime. “Conforme o relato da família, tudo indica que foi uma morte natural por intoxicação”, reforçou a delegada.
Emília da Cruz era atleta do PSG Feminino, equipe da cidade de Parnarama, que lamentou profundamente a perda nas redes sociais. Em uma publicação emocionante, o clube prestou homenagem à jogadora: “Obrigado por ter feito parte da família PSG. Foi uma honra ter você com nós todos esses anos”.