-
Discussão em ponto de apoio para motoristas por aplicativo termina na Central de Flagrantes em Teresina
-
Primeira infância: conheça os 10 municípios vencedores do II Prêmio Boas Práticas no SUAS
-
Rafael Fonteles entrega kit com mobília para nova creche em Domingos Mourão; município é uma referência em educação e no acesso ao Saúde Digital
-
Jovem morre em grave acidente enquanto saía para comprar leite para a filha no Sul do Piauí
-
OAB-PI vai à Justiça para questionar aumento da taxa do lixo em Teresina
Divulgação
O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, afirmou que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva avalia a volta do horário de verão, encerrado em 2019 pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. "Estamos em uma fase de avaliação da necessidade ou não do horário de verão.
Além da questão energética, há outros efeitos que precisam ser avaliados, como o impacto na economia", disse Silveira a jornalistas. "No setor energético, todas as possibilidades têm que estar na mesa porque a percepção das pessoas que se aprofundam na matéria sabem que o nosso desafio é equilibrar segurança energética com comodidade tarifária", acrescentou. Com as secas, o governo terá que acionar usinas termelétricas, mais caras, para compensar a perda do potencial hidrelétrico. Também é necessário economizar energia.
O vice-presidente e ministro da Indústria, Geraldo Alckmin, confirmou que o governo avalia o retorno do horário de verão. Segundo Silveira, uma das razões para o retorno do horário de verão – que adianta em uma hora o horário de Brasília – é economizar energia elétrica. O tema vai ser debatido internamente.
A medida foi implementada por vários anos consecutivos, mas com o tempo, o que era feito para economizar energia passou a ter efeito contrário, devido aos novos hábitos de consumo, como uso do ar-condicionado em horários mais cedo por causa do calor. Além de uma possível economia no gasto de energia, Silveira afirma que o horário de verão ajuda a impulsionar a economia.