-
Mais de 400 internos deixam presídios do Piauí durante saída temporária
-
Homem é preso suspeito de atear fogo em ex-companheira e sogra na zona Leste de Teresina
-
Pastor é preso suspeito de abusar sexualmente de mulheres durante supostas “curas espirituais”
-
Empresária presa em Teresina é investigada por tentativa de homicídio contra doméstica grávida no MA
-
Tenente-coronel Jamson Lima deixa coordenação da PM-PI para integrar equipe da Senasp em Brasília
Dois policiais militares são presos por envolvimento em grupo criminoso que furtava bancos no Piauí
Divulgação
Dois policiais militares foram presos na manhã desta sexta-feira (25) durante a operação “Subversivos”, deflagrada pela Polícia Federal. Os agentes públicos são suspeitos de integrar uma organização criminosa especializada em arrombamentos e furtos a instituições bancárias, com foco em caixas eletrônicos. A informação foi confirmada oficialmente pela PF.
A investigação tem como objetivo desarticular um grupo criminoso originado em Santa Catarina, que atuava em diversos estados e já teria causado prejuízos milionários à Caixa Econômica Federal. No Piauí, os criminosos agiam principalmente em cidades do interior.
A operação cumpriu mandados judiciais nas cidades de Teresina e Altos (PI), resultando em:
-
2 mandados de prisão preventiva;
-
1 mandado de prisão temporária;
-
3 mandados de busca e apreensão.
Modus operandi
Segundo a PF, o grupo utilizava ferramentas específicas para violar caixas eletrônicos. As investigações apontam que os criminosos contavam com o apoio de agentes públicos que, aproveitando-se de seus cargos, repassavam informações privilegiadas para garantir o sucesso das ações criminosas. A polícia já atribui ao grupo, pelo menos, cinco crimes dessa natureza no estado.
Continuação da operação “Muros Baixos”
A operação “Subversivos” é um desdobramento da “Muros Baixos”, iniciada há cerca de 45 dias. Na primeira fase, dois suspeitos foram presos por planejarem ataques a caixas eletrônicos na região de Teresina durante o período do Carnaval.
Os envolvidos poderão responder por furto qualificado, associação criminosa, corrupção passiva, entre outros crimes. A Polícia Federal segue com as investigações para identificar outros possíveis integrantes da quadrilha.