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Divulgação
O nome de um dos principais personagens da política brasileira pode, em breve, ultrapassar os limites do debate público e ganhar espaço nas prateleiras do comércio. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro registrou o nome do marido, Jair Bolsonaro, para uso em uma ampla variedade de produtos.
Ao todo, foram pelo menos sete pedidos de registro feitos em julho de 2024, com deferimentos publicados, em sua maioria, na última terça-feira (24), na Revista da Propriedade Industrial (RPI). A data coincidiu com a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes que autorizou a prisão domiciliar do ex-presidente, que estava internado há quase duas semanas em tratamento de broncopneumonia.
Os registros permitem o uso da marca “Jair Bolsonaro” em diferentes segmentos de mercado. Entre os produtos listados estão itens alimentícios como bananada, geleias, café, massas e até peixe enlatado; bebidas, incluindo cerveja, sucos e alcoólicos em geral; além de produtos como tabaco, vaporizadores, tecidos e artigos têxteis.
Para viabilizar os processos, Michelle Bolsonaro contratou uma empresa especializada de Santa Catarina para acompanhar os trâmites e investiu cerca de R$ 1 mil em taxas.
A iniciativa reforça uma estratégia já adotada anteriormente pela ex-primeira-dama, que passou a explorar o uso comercial da imagem da família. Um dos exemplos foi o lançamento de uma linha de perfumes associada ao casal Bolsonaro. Além disso, em fevereiro de 2025, familiares de Michelle abriram a empresa “Loja do Bolsonaro Oficial”, com capital de R$ 300 mil, voltada à comercialização de produtos personalizados como camisas e bonés.
Com os novos registros aprovados, Michelle amplia significativamente o leque de produtos que poderão levar o nome do ex-presidente, consolidando uma possível expansão da marca Bolsonaro no mercado.
A reportagem tentou contato com a assessoria de Michelle Bolsonaro, mas não houve retorno até a publicação. O espaço segue aberto para manifestação.