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Piauí registra cinco mortes por dengue em 2026; professora de Santa Luz teve óbito sob investigação
Divulgação
O Piauí já contabiliza cinco mortes confirmadas por dengue em 2026, segundo dados da Secretaria de Estado da Saúde do Piauí (Sesapi). Além dos casos já confirmados, um novo óbito está sendo investigado pelas autoridades de saúde.
A professora Claudiana de Morais Hora morreu no último domingo (24), com suspeita de dengue. Ela estava internada no Hospital Regional de Bom Jesus e teve o caso encaminhado para análise da Sesapi.
Muito conhecida no município de Santa Luz, Claudiana atuava como professora, líder religiosa da comunidade e também foi suplente de vereadora entre os anos de 2005 e 2008. Em razão da morte, a Prefeitura de Santa Luz decretou luto oficial de três dias.
De acordo com o painel epidemiológico da Sesapi, o estado já confirmou 426 casos de dengue neste ano. Em 2025, o Piauí havia registrado 11 mortes provocadas pela doença.
O último óbito confirmado ocorreu em Teresina. Uma mulher de 49 anos morreu em decorrência da dengue no dia 22 de maio. Segundo informações da Fundação Municipal de Saúde, a paciente apresentou os primeiros sintomas no dia 18, incluindo febre, dor de cabeça, náuseas e diarreia.
Após três dias de evolução clínica, o quadro se agravou e, cinco dias depois, ela morreu. Ainda conforme a FMS, há registro de viagem realizada pela vítima nos 15 dias anteriores ao óbito.
As autoridades de saúde reforçam que a principal forma de prevenção continua sendo o combate aos focos do mosquito Aedes aegypti. A recomendação é eliminar recipientes que acumulem água parada, manter caixas d’água e cisternas fechadas, limpar calhas e evitar lixo acumulado em quintais e terrenos.
Pneus velhos devem ser armazenados em locais cobertos e garrafas precisam ficar viradas para baixo. Também é importante trocar diariamente a água dos animais de estimação e lavar os recipientes com escova. Vasos de plantas devem receber areia até a borda para impedir a reprodução do mosquito.
Além disso, especialistas orientam o uso de repelente, instalação de telas em portas e janelas e a busca por atendimento médico ao apresentar sintomas como febre alta, dores no corpo, manchas vermelhas na pele e dor atrás dos olhos.