-
Ciclista morre após ser atingido e prensado contra muro em Altos
-
Governador inaugura asfaltamento, autoriza construção de praças e obras de abastecimento em Olho d’Água do Piauí
-
Governo Lula prepara MP para reduzir preço da gasolina e do diesel no Brasil
-
Piauí recebe veículos e equipamentos do Ministério da Justiça e Segurança Pública para reforçar combate a incêndios florestais
-
MPT pede que supermercados garantam folga quinzenal aos domingos para trabalhadoras em Teresina
Divulgação
Os trabalhadores do transporte público de Teresina aprovaram, por unanimidade, a deflagração de greve a partir da próxima segunda-feira (18). A decisão foi tomada durante assembleias realizadas pelo Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários do Piauí (Sintetro) na noite da última quarta-feira (13), após a rejeição da proposta apresentada pelas empresas do setor.
Segundo o sindicato, a categoria recusou uma proposta de reajuste linear de 3%, que incluía salário, ticket alimentação e plano de saúde. A decisão foi construída com participação dos trabalhadores em assembleias realizadas nos turnos da manhã e da tarde.
Em publicação nas redes sociais, o Sintetro destacou a união da categoria durante as negociações.
“A decisão foi tomada por unanimidade nas assembleias realizadas ao longo do dia, rejeitando a proposta patronal de 3% de reajuste linear para salário, ticket alimentação e plano de saúde. Os trabalhadores do transporte público de Teresina mostraram união, consciência e firmeza na luta por valorização e respeito aos direitos da categoria”, informou a entidade.
O sindicato também reforçou a importância da mobilização até o encerramento das negociações com as empresas do transporte coletivo.
A possível paralisação deve impactar diretamente o funcionamento do sistema de ônibus da capital, que já enfrenta redução no número de passageiros e dificuldades operacionais nos últimos anos.
O Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (Strans) informou que ainda não foi oficialmente notificado sobre o movimento grevista. Até o momento, também não há confirmação sobre novas rodadas de negociação entre sindicato, empresários e poder público antes do início da greve.