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Divulgação
Mesmo após um episódio de extrema violência que chocou Campo Maior, a trajetória criminosa de Sanclei Pereira de Oliveira voltou a se repetir. Ele foi preso pela terceira vez no município, suspeito de furtar uma bicicleta que estava estacionada nas proximidades de um supermercado, no Centro da cidade, na segunda-feira (5).
De acordo com a Polícia Militar do Piauí, uma câmera de segurança registrou o momento em que Sanclei percorre a avenida do estabelecimento conduzindo a bicicleta furtada. Após diligências, ele foi localizado, confessou o crime e indicou onde o veículo havia sido deixado.
Segundo o delegado de Campo Maior, Carlos Júnior, o suspeito foi preso em flagrante e submetido à audiência de custódia, que resultou na conversão da prisão em preventiva. Sanclei foi encaminhado para a Penitenciária Regional José Arimateia Barbosa Leite, também no município.
“Foi preso ontem em flagrante pela nossa equipe e pela Polícia Militar de Campo Maior após furtar uma bicicleta. Hoje, após audiência de custódia, teve a prisão em flagrante convertida em preventiva, sendo encaminhado para o presídio”, explicou o delegado.
Mãos decepadas
Em julho de 2025, Sanclei ganhou repercussão estadual após ter as duas mãos decepadas com golpes de facão durante uma discussão com um vizinho, no bairro Flores. A motivação teria sido a suspeita de que ele teria invadido a residência do agressor para furtar dinheiro e objetos de valor.
Ainda conforme as investigações, essa teria sido a segunda vez que Sanclei entrou na casa do vizinho para cometer furtos. Além da amputação, ele sofreu ferimentos no rosto e na outra mão ao tentar se defender.
O vizinho, identificado pelas iniciais R.J.A.S.O., foi preso dias depois e é investigado por tentativa de homicídio qualificado. Ele alegou que agiu após sucessivos furtos praticados por Sanclei.
Histórico criminal
Em agosto do mesmo ano, Sanclei já havia sido preso junto com um comparsa, identificado pelas iniciais A.A.O.S.. A dupla teria arrombado uma residência e levado diversos bens, incluindo celular, dinheiro, roupas, utensílios de pesca, cartão de crédito e relógio. O cartão furtado chegou a ser utilizado em compras no comércio local, segundo testemunhas.