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A Polícia Militar do Piauí prendeu, nesta sexta-feira (29), dois homens suspeitos de envolvimento em roubos de ouro na zona Leste de Teresina. As prisões ocorreram durante uma abordagem na Rua Honório Parente, no bairro de Fátima, e fazem parte da Operação Reforço Leste. Segundo a PM, os suspeitos foram identificados pelas iniciais C.D. de O.S. e C.S da S. A dupla utilizava uma motocicleta sem placa, prática frequentemente associada a ações criminosas ligadas a roubos de joias e ouro. Durante a abordagem, os policiais encontraram uma arma de fogo com os suspeitos. De acordo com as investigações, os homens utilizavam disfarces de motoristas de aplicativo para facilitar a circulação e evitar suspeitas durante os crimes. A estratégia vinha sendo monitorada pelas forças de segurança da capital. Após consulta aos sistemas policiais, foi constatado que C.S da S. possuía um mandado de recaptura em aberto expedido pela Vara de Execuções Penais do Tribunal de Justiça do Estado do Piauí. O suspeito era considerado foragido do sistema prisional pelos crimes de homicídio e roubo, além de possuir pena restante superior a 52 anos de prisão em regime fechado. O comandante do Comando de Policiamento Metropolitano (CPM), coronel Pitombeira, destacou o trabalho integrado das forças de segurança no combate aos roubos de ouro em Teresina. “Estamos intensificando diariamente as fiscalizações com foco na localização de indivíduos envolvidos em roubos de ouro. Essa prisão é resultado de um esforço coletivo e integrado entre as forças de segurança, unindo inteligência, monitoramento e policiamento ostensivo para retirar de circulação criminosos que vinham atuando nessa modalidade criminosa”, afirmou. Os dois suspeitos foram encaminhados para a Central de Flagrantes de Teresina, onde foram realizados os procedimentos legais cabíveis.
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A Polícia Militar do Piauí prendeu, nesta sexta-feira (29), dois homens suspeitos de envolvimento em roubos de ouro na zona Leste de Teresina. As prisões ocorreram durante uma abordagem na Rua Honório Parente, no bairro de Fátima, e fazem parte da Operação Reforço Leste. Segundo a PM, os suspeitos foram identificados pelas iniciais C.D. de O.S. e C.S da S. A dupla utilizava uma motocicleta sem placa, prática frequentemente associada a ações criminosas ligadas a roubos de joias e ouro. Durante a abordagem, os policiais encontraram uma arma de fogo com os suspeitos. De acordo com as investigações, os homens utilizavam disfarces de motoristas de aplicativo para facilitar a circulação e evitar suspeitas durante os crimes. A estratégia vinha sendo monitorada pelas forças de segurança da capital. Após consulta aos sistemas policiais, foi constatado que C.S da S. possuía um mandado de recaptura em aberto expedido pela Vara de Execuções Penais do Tribunal de Justiça do Estado do Piauí. O suspeito era considerado foragido do sistema prisional pelos crimes de homicídio e roubo, além de possuir pena restante superior a 52 anos de prisão em regime fechado. O comandante do Comando de Policiamento Metropolitano (CPM), coronel Pitombeira, destacou o trabalho integrado das forças de segurança no combate aos roubos de ouro em Teresina. “Estamos intensificando diariamente as fiscalizações com foco na localização de indivíduos envolvidos em roubos de ouro. Essa prisão é resultado de um esforço coletivo e integrado entre as forças de segurança, unindo inteligência, monitoramento e policiamento ostensivo para retirar de circulação criminosos que vinham atuando nessa modalidade criminosa”, afirmou. Os dois suspeitos foram encaminhados para a Central de Flagrantes de Teresina, onde foram realizados os procedimentos legais cabíveis.
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Divulgação
O caso envolvendo o influenciador digital Pedro Lopes Lima Neto, conhecido como “Lokinho”, avançou para uma nova fase na Justiça. O Ministério Público do Estado do Piauí apresentou denúncia criminal contra Helson Sousa e Harkellany Rodrigues, acusados de participação no sequestro, tortura e agressões contra a vítima em Teresina.
A denúncia foi protocolada na última segunda-feira (25), após a conclusão das investigações conduzidas pela Polícia Civil. Na terça-feira (26), o processo foi encaminhado à Central de Inquéritos de Teresina, onde o juiz Valdemir Ferreira Santos irá analisar se aceita a acusação formal e transforma o caso em ação penal.
Além do avanço processual, o Tribunal de Justiça do Piauí (TJ-PI) rejeitou o pedido liminar de habeas corpus apresentado pela defesa de Helson Sousa Rodrigues, mantendo a prisão preventiva do investigado.
Situação dos investigados
Os dois acusados seguem submetidos a medidas cautelares diferentes determinadas pela Justiça.
Helson Sousa continua preso preventivamente após ter os pedidos de liberdade negados tanto em primeira quanto em segunda instância. A desembargadora Maria do Rosário de Fátima Martins Leite Dias, relatora do habeas corpus no TJ-PI, entendeu que fatores como residência fixa e primariedade não são suficientes para justificar a soltura diante da gravidade dos fatos e do risco à ordem pública.
Já Harkellany Rodrigues teve a prisão preventiva convertida em domiciliar com uso de tornozeleira eletrônica. A decisão levou em consideração o fato de ela ser mãe de três crianças menores de 12 anos, com idades de 4, 10 e 11 anos, que dependem diretamente de seus cuidados.
TJ apontou risco de fuga
Na decisão assinada em 11 de maio de 2026, a relatora destacou que os mandados de prisão demoraram a ser cumpridos e que os investigados chegaram a figurar como procurados no Banco Nacional de Monitoramento de Prisões.
Segundo o entendimento da magistrada, a tentativa de ocultação reforçou a necessidade da prisão preventiva para assegurar a aplicação da lei penal.
O documento também ressalta a violência empregada durante o crime, incluindo disparos de arma de fogo em local público, agressões com coronhadas, confinamento da vítima em porta-malas e sessões de tortura física e psicológica em uma área de matagal.
Relembre o caso
O crime ocorreu na madrugada do dia 11 de outubro de 2025, em um posto de combustíveis às margens da BR-316, na zona Sul de Teresina.
Conforme o inquérito concluído pelo 23º Distrito Policial em fevereiro de 2026, a motivação teria surgido após uma discussão nas redes sociais envolvendo Harkellany Rodrigues e outra influenciadora digital por causa de um mega hair avaliado em R$ 10 mil.
Imagens de “Lokinho” ao lado da rival de Harkellany após a discussão teriam motivado a ação criminosa.
A Polícia Civil afirma que o influenciador sofreu ameaças de morte, agressões físicas e teve o celular levado para impedir pedidos de socorro. Após as agressões, Lokinho foi abandonado ferido nas proximidades da Casa de Custódia, conseguindo ajuda posteriormente para retornar para casa.
O casal responde pelos crimes de lesão corporal, tortura qualificada mediante sequestro e roubo majorado.