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Divulgação
Após realizar exames neste sábado (16), o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi liberado às 14 horas do hospital, em Brasília, e deve retornar à prisão domiciliar. Segundo boletim médico, exames mostraram imagem residual de duas infecções pulmonares, além da persistência de esofagite e de gastrite.
O documento assinado pelo Hospital DF Star informa que Bolsonaro deu entrada à unidade às 9 horas para investigar quadro recente de febre, tosse, persistência de episódios de refluxo gastroesofágico e soluços. Ele realizou exames laboratoriais e de imagem.
"Os exames evidenciaram imagem residual de duas infecções pulmonares recentes possivelmente relacionadas a episódios de broncoaspiração. A endoscopia mostrou persistência da esofagite e da gastrite, agora menos intensa, porém com a necessidade de tratamento medicamentoso contínuo", diz a nota do hospital.
Além disso, segundo a equipe médica, Bolsonaro deverá seguir com o tratamento de hipertensão arterial, do quadro de refluxo e medidas preventivas de broncoaspiração.
Ida ao hospital foi autorizada por Moraes
A saída foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, na terça-feira (12). De acordo com a decisão, Bolsonaro poderia permanecer no local entre seis e oito horas para a realização dos exames. Ele permaneceu quase 5 horas.
Na porta do hospital, apoiadores tentaram falar com o ex-presidente, que respondeu repetidamente que não podia falar nada.
Os exames tinham o objetivo de verificar o estado de saúde do ex-presidente, que enfrenta um quadro de esofagite crônica.
A decisão de Moraes diz ainda que ele deverá apresentar os resultados ao STF. "O requerente deve apresentar a esta Suprema Corte, no prazo de 48 horas após a finalização dos respectivos procedimentos médicos, o atestado de comparecimento, consignando a data e os horários dos atendimentos", acrescentou o magistrado no despacho.