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Piauí e Santa Catarina assinam acordo para viabilizar rotas de transporte de mercadorias entre o Sul e o Nordeste
Divulgação
A Companhia Porto Piauí e a SC Portos Operações Portuárias assinaram um Memorando de Entendimento (MoU) para avaliar a viabilidade de implantar conexões regulares de cabotagem, transporte de mercadorias, entre o Porto de Luís Correia e outros terminais da costa brasileira. A parceria realizará uma análise estruturada dos parâmetros operacionais e econômicos necessários, incluindo modelos de operação, estrutura de custos e potenciais fluxos de carga para o estado.
As rotas já estão sendo estudadas em conjunto pelos portos dos dois estados. Os levantamentos apontam que os trajetos entre o Piauí e Santa Catarina conectariam a região Sul às regiões Nordeste e Norte do país.
A parceria utiliza a experiência da SC Portos em logística internacional e operação de terminais para fundamentar os estudos de maneira consistente. O MoU prevê o estabelecimento de canais de comunicação e compartilhamento de informações, além da designação de representantes para coordenar pesquisas que visem o aprimoramento das operações do Porto Piauí e a implementação de novos projetos de infraestrutura no Estado.
O memorando de entendimento (MoU) é um documento de formalização de interesses e acordos iniciais, preliminar à assinatura de contratos definitivos e utilizado na construção de parcerias de negócios e cooperação internacional.
Para a Companhia Porto Piauí, a iniciativa está diretamente alinhada à estratégia de integrar o litoral piauiense às grandes rotas marítimas nacionais. Ao viabilizar a cabotagem, a companhia busca oferecer alternativas logísticas mais eficientes e de menor custo para as empresas locais, conectando a produção do estado aos principais centros consumidores do Brasil de forma sustentável.
O movimento ocorre em sintonia com o programa federal Br do Mar, a política de estímulo à cabotagem que busca incentivar a navegação entre portos do mesmo país. O programa visa aumentar a oferta de embarcações, reduzir custos logísticos e ampliar a competitividade do transporte marítimo, facilitando a entrada de novos operadores e otimizando o uso da infraestrutura portuária nacional.