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Divulgação
Com foco na ampliação do acesso à moradia e na retomada de obras estruturantes, a Prefeitura de Teresina projeta um avanço significativo na área habitacional a partir de 2026. A estimativa é de que o município ultrapasse a marca de 3 mil unidades habitacionais do programa Minha Casa, Minha Vida no próximo ano.
A informação foi confirmada pelo secretário municipal de Planejamento, Marco Antônio Ayres, que destacou que a projeção leva em conta as 2.800 moradias já garantidas para a capital e as negociações em andamento para a contratação de mais de 500 unidades, fruto de diálogo com a Caixa Econômica Federal e o setor da construção civil.
Segundo o gestor, a agilidade nos processos de análise e aprovação dos empreendimentos foi decisiva para abrir espaço à ampliação do número de moradias destinadas a Teresina.
“O Minha Casa, Minha Vida é um programa do governo federal, em parceria com a Prefeitura de Teresina via Caixa. Para a capital, ficaram contempladas 2.800 unidades em 2025, mas, como trabalhamos de forma muito rápida aqui na cidade, junto com o Sinduscon, conseguimos aprovar esses projetos e estamos buscando mais de 500 unidades no Brasil para ampliar a oferta habitacional”, explicou.
Além da política habitacional, Marco Antônio Ayres ressaltou o avanço e a retomada de obras de infraestrutura consideradas estratégicas para o desenvolvimento urbano, muitas delas paralisadas em administrações anteriores. Entre os projetos citados estão importantes galerias de drenagem e obras viárias em diferentes regiões da cidade.
“Estamos colocando para caminhar obras que estavam estacionadas, como a galeria do bairro Toca do Ato Neto, um investimento de R$ 123 milhões que já foi licitado e está com visita técnica em andamento, além da galeria do São Pedro, que já ultrapassa 250 metros construídos, e da ponte da Universidade, que se encontra em fase final de licitação”, detalhou.
O secretário também enfatizou que, neste momento, a Prefeitura de Teresina não prevê a contratação de novos empréstimos para viabilizar os investimentos, destacando o equilíbrio das contas públicas e a melhora dos indicadores fiscais do município.
“Hoje a prefeitura tem caixa para manter os serviços do dia a dia e recursos de financiamento para executar as grandes obras. Não há necessidade imediata de novos empréstimos, embora o município tenha capacidade de endividamento, especialmente com a melhoria da classificação fiscal, que passou de CAPAG C para CAPAG B”, concluiu.