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Brasil sai do Mapa da Fome após reformulação do Bolsa Família e avanços na educação, destaca Wellington Dias
Divulgação
O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, afirmou nesta quinta-feira (31) que a reformulação do Bolsa Família e os investimentos em educação foram decisivos para a saída do Brasil do Mapa da Fome. O país voltou a ficar fora da lista da ONU após três anos, com base em dados entre 2022 e 2024.
De acordo com o ministro, o novo formato do programa garante que as famílias permaneçam assistidas mesmo após conseguirem emprego, mantendo parte do benefício por um ano e permanecendo no cadastro. “Quando alguém entra [no Bolsa Família], nunca mais volta para a fome”, afirmou durante evento em São Paulo.
Wellington Dias também destacou que mais de um milhão e meio de beneficiários estão em cursos técnicos ou no ensino superior, o que tem ampliado as oportunidades e contribuído para a superação da pobreza. Segundo ele, a educação é uma das principais portas para a inclusão social.
Durante a agenda na empresa Atento, o ministério firmou um protocolo de intenções para ampliar vagas de emprego a pessoas inscritas no CadÚnico. A ação integra o programa Acredita no Primeiro Passo, criado em 2024, que promove a inserção no mercado de trabalho, com foco em grupos em situação de vulnerabilidade.