-
Governador e ministros autorizam construção da Adutora de Jaicós e acompanham obras da Barragem Nova Algodões nesta quinta (26)
-
Ministros cumprem agenda no Piauí com foco em segurança hídrica e novos investimentos
-
Com Piauí premiado por alfabetização, Rafael Fonteles reforça investimento na primeira infância em simpósio internacional
-
Rafael Fonteles recebe Selo Ouro do presidente Lula por avanços na alfabetização infantil no PI
-
Cuba reage a plano dos EUA e afirma que sistema político não será negociado
Divulgação
Na última sexta-feira (19), Michelle Bolsonaro, ex-primeira-dama, entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) contra Gleisi Hoffmann, presidente do PT e deputada federal pelo Paraná. Michelle busca esclarecimentos sobre uma postagem feita por Gleisi no X (antigo Twitter) em 10 de julho. Na publicação, a deputada vinculou a ex-primeira-dama e a família Bolsonaro aos escândalos das joias e das rachadinhas, além de insinuar um golpe para manter-se no poder.
Gleisi Hoffmann comentou sobre a notícia de que Michelle Bolsonaro pode se candidatar ao Senado em 2026. Conforme uma pesquisa divulgada no início do mês, a ex-primeira-dama lidera as intenções de voto em uma possível corrida pelo Distrito Federal. A reportagem tentou obter respostas das assessorias de Michelle e Gleisi, mas não recebeu retorno.
No ano passado, uma investigação da Polícia Federal revelou o uso do cartão de crédito de Rosimery Cardoso Cordeiro, assessora da senadora Damares Alves (Republicanos-DF), supostamente emprestado a Michelle Bolsonaro por dez anos. Ambas negaram qualquer irregularidade relacionada à prática de “rachadinha”.
Em 2021, o Supremo Tribunal Federal arquivou uma investigação sobre depósitos de R$ 89 mil feitos por Fabrício Queiroz na conta de Michelle. Queiroz, ex-assessor parlamentar, é o foco das investigações sobre suspeitas de “rachadinha” no gabinete de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) durante seu mandato na Assembleia Legislativa do Rio.
No ano passado, uma investigação da Polícia Federal revelou o uso do cartão de crédito de Rosimery Cardoso Cordeiro, assessora da senadora Damares Alves (Republicanos-DF), supostamente emprestado a Michelle Bolsonaro por dez anos. Ambas negaram qualquer irregularidade relacionada à prática de “rachadinha”.
Em 2021, o Supremo Tribunal Federal arquivou uma investigação sobre depósitos de R$ 89 mil feitos por Fabrício Queiroz na conta de Michelle. Queiroz, ex-assessor parlamentar, é o foco das investigações sobre suspeitas de “rachadinha” no gabinete de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) durante seu mandato na Assembleia Legislativa do Rio.