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Divulgação
Em meio à pressão nos preços dos combustíveis causada por tensões internacionais, o Governo do Piauí decidiu aderir ao acordo proposto pelo Governo Federal para subsidiar o diesel importado, buscando amenizar o impacto para consumidores e setores econômicos.
A medida, que tem caráter emergencial, prevê uma subvenção de até R$ 1,20 por litro de diesel, com divisão igual entre a União e os estados — sendo R$ 0,60 custeado por cada parte. O benefício será temporário, com duração estimada de até dois meses.
O governador Rafael Fonteles destacou que o Piauí foi o primeiro estado a aderir à proposta e comemorou a adesão de outras unidades da federação. Segundo ele, a iniciativa é fundamental para reduzir os impactos provocados pela alta internacional do petróleo, especialmente em decorrência da guerra no Oriente Médio.
“O Estado do Piauí foi o primeiro a aderir à proposta do Governo Federal e isso certamente vai ajudar a diminuir o impacto no preço dos combustíveis derivado desses fatores externos, sobretudo a guerra do Irã”, afirmou o gestor.
Impacto nacional e adesão dos estados
De acordo com Rogério Ceron, a expectativa é que todos os estados brasileiros formalizem adesão ao acordo até o final da semana. O impacto fiscal estimado da medida pode chegar a R$ 4 bilhões.
Medida emergencial
A subvenção funciona como uma compensação temporária para conter o aumento do diesel sem alterar a política de preços dos combustíveis no país. Na prática, o poder público absorve parte do custo que seria repassado ao consumidor final, reduzindo momentaneamente a pressão sobre o frete e a inflação.
O prazo limitado foi estabelecido justamente para evitar efeitos prolongados nas contas públicas e garantir que a medida seja apenas uma resposta pontual ao cenário internacional.
A iniciativa reforça a estratégia dos governos em enfrentar os reflexos econômicos da crise no Oriente Médio, enquanto acompanham a evolução do mercado global de energia.