-
Papa Leão XIV envia ajuda emergencial à Venezuela após terremotos que devastaram o país
-
Fundação Antares recebe novos equipamentos para modernização da comunicação pública do Piauí
-
Idepi asfalta ruas e amplia infraestrutura urbana em Santo Antônio de Lisboa
-
Trabalhadores começam a receber nesta quinta-feira valores esquecidos do fundo PIS/Pasep
-
Carro colide com estrutura metálica montada para aniversário da PM na Avenida Marechal Castelo Branco
Divulgação
O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta quarta-feira (9) a imposição de uma tarifa de 50% sobre produtos importados do Brasil. A nova alíquota, que entra em vigor a partir de 1º de agosto de 2025, é a mais elevada entre uma série de medidas tarifárias recentemente divulgadas por Trump e marca um novo capítulo nas tensões comerciais entre os dois países.
O anúncio foi feito por meio de uma carta endereçada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e publicada na plataforma Truth Social, rede social fundada pelo próprio Trump. No texto, o republicano justificou a tarifa com base no que classificou como uma relação comercial “injusta” com o Brasil e aproveitou para criticar duramente o Supremo Tribunal Federal (STF), especialmente pela forma como a Corte tem tratado o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Segundo Trump, o julgamento de Bolsonaro representa uma “desgraça internacional” e uma “caça às bruxas”. Ele afirmou ter respeito pelo ex-presidente brasileiro e se mostrou incomodado com as ações judiciais movidas contra ele. O norte-americano ainda acusou o STF de atacar a liberdade de expressão ao supostamente impor censura a plataformas de redes sociais dos Estados Unidos que atuam no Brasil.
Na carta, Trump também menciona que as medidas tomadas pelo STF estariam ferindo “os direitos fundamentais dos americanos”, com ordens que, segundo ele, ameaçam empresas com multas milionárias e expulsão do mercado brasileiro. A tarifa de 50% sobre os produtos brasileiros, segundo ele, seria uma resposta direta a essas ações, o que sinaliza um possível endurecimento das relações diplomáticas caso o republicano volte ao poder.