-
Defesa de Bolsonaro alerta para risco de queda e morte na cadeia
-
Hélio Isaías apresenta projetos revisando o território de mais 15 municípios
-
Rafael Fonteles defende crédito e mais recursos para segurança no Nordeste
-
Após condenação por trama golpista, Bolsonaro pode perder posto de capitão do Exército
-
Silvio Mendes apresenta balanço da gestão, projeta 2026 e destaca ajuste fiscal como base da administração
Divulgação
Em um dia de votações repleto de denúncias e tensões, o Conselho Nacional Eleitoral da Venezuela declarou Nicolás Maduro como vencedor das eleições presidenciais. Segundo a autoridade eleitoral, alinhada com o governo, Maduro recebeu 51,2% dos votos, enquanto seu principal adversário, Edmundo González, obteve 44,2%.
A oposição relatou várias irregularidades no dia da eleição, como o fechamento de seções eleitorais, retenção de atas e expulsão de fiscais. Antes do anúncio oficial, tanto o governo quanto a oposição reivindicavam a vitória com base em contagens extraoficiais.
Os resultados divulgados pelo Conselho Eleitoral contradizem as pesquisas pré-eleitorais, que apontavam González como favorito. A reeleição de Maduro, caso confirmada, deverá enfrentar fortes contestações e intensificar a pressão internacional por eleições mais transparentes e justas.
Após a divulgação dos resultados, Maduro fez um discurso prometendo paz e estabilidade, mas há temores de que a repressão aumente para conter os protestos populares. Relatos indicam que a Guarda Nacional Bolivariana e grupos armados pró-governo foram mobilizados para reprimir manifestações.
Antonio Ledezma, ex-prefeito de Caracas e exilado em Madri, condenou o resultado como fraudulento e prometeu provar as irregularidades. “Vamos mostrar, com evidências, que Maduro cometeu um golpe contra a democracia”, afirmou Ledezma.
A comunidade internacional está atenta aos desdobramentos na Venezuela, preocupada com a legitimidade do processo eleitoral e o futuro do país sob a liderança de Maduro.